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Trabalho e dinheiro

Google Cloud apresenta Gemini Agent para tarefas de trabalho

O Google Cloud apresentou um agente de IA que planeja atividades, cria conteúdo e escreve códigos. Segundo a empresa, ele funciona com Google Workspace, Microsoft 365 e Slack.

Google apresenta o Gemini Agent. Ilustração editorial do símbolo Gemini conectando documentos, e-mails e tarefas entre aplicativos de trabalho.
Ilustração editorial · Diário da IA

O Google Cloud apresentou nesta quinta-feira (8) o Gemini Agent, um agente de inteligência artificial voltado ao ambiente de trabalho. Segundo a empresa, ele pode responder a perguntas, planejar atividades, criar conteúdo, escrever códigos e se conectar a sistemas corporativos para concluir tarefas. Os resultados podem ser entregues em documentos, e-mails e ambientes de desenvolvimento.

A ferramenta funciona em aplicativos do Google Workspace, como Gmail, Docs, Sheets e Agenda, e também pode ser usada por meio do Microsoft 365 e do Slack. Ela escolhe um modelo de IA para cada tarefa e, atualmente, usa modelos Gemini, do Google, e Claude, da Anthropic. A empresa diz que adicionará outros modelos posteriormente.

O Google também permite criar “agentes colegas de trabalho”, que podem ter endereço de e-mail próprio e acesso restrito às informações fornecidas pelo usuário. As versões para os setores financeiro e jurídico estão em fase de testes. Ferramentas para governo, saúde e varejo, segundo a empresa, serão lançadas em breve.

O que muda para você

A ferramenta é voltada a empresas que usam Google Workspace, Microsoft 365 ou Slack e querem automatizar tarefas nesses ambientes. A fonte não informa preço, condições de acesso nem disponibilidade geral. As versões para finanças e jurídico ainda estão em testes; as ferramentas para governo, saúde e varejo foram anunciadas como futuras, então esses usos não estão disponíveis agora, segundo o texto.

Minha leitura

A promessa mais ambiciosa está na conexão com sistemas da empresa e na execução de tarefas entre aplicativos. Mas a fonte não esclarece quem já pode acessar o agente, quais limites se aplicam nem como a empresa controla cada ação. Para decidir se isso serve a uma equipe, a questão prática é quais tarefas ele consegue concluir com segurança, e não apenas quais consegue planejar.

Thiago FelizolaConsultor de IA, curador do Diário da IA

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