A Anthropic apresentou o Claude Opus 5.5, primeiro modelo da família Claude 5.5. Segundo a empresa, ele tem desempenho no nível do Claude Fable 5.1 na maior parte dos trabalhos e custa 40% menos para rodar que o Opus 5 em tarefas típicas.

A empresa diz que o Opus 5.5 lidera em benchmarks de codificação autônoma, uso de computador e trabalho de conhecimento, mas observa que, nesse patamar, as diferenças de pontuação já dizem menos sobre o uso real. Em uso interno, a distância para o Fable 5.1 seria menor do que os testes sugerem.
No lado da segurança, o modelo teve a melhor marca até agora no teste automatizado de comportamento da Anthropic, que o submete a milhares de cenários simulados. A empresa afirma ainda que ele é menos propenso a tomar ações difíceis de desfazer, mais resistente a ataques de injeção de instruções e que ampliou seus testes para tarefas longas, impossíveis e casos inspirados em incidentes reais.
A Anthropic também restringe o acesso do Opus 5.5 para biologia e cibersegurança, com salvaguardas parecidas com as do Claude Fable 5.1. Organizações verificadas já podem solicitar uso para pesquisa em ciências da vida, e o acesso para profissionais verificados de cibersegurança será ampliado nas próximas semanas.
Em preço, o modelo cobra US$ 4 por milhão de tokens de entrada e US$ 20 por milhão de tokens de saída. Leituras de cache saem por US$ 0,20 por milhão de tokens. A empresa diz que, no modo padrão, isso reduz o custo em 40% em relação ao Opus 5, e que a saída fica mais de 30% mais rápida. Há também um modo rápido no Claude Code e na plataforma Claude, com velocidade de até 2,5x.