Agentes de IA na AWS ganham filtro para buscar só sites confiáveis
Amazon Bedrock AgentCore agora permite controlar, em cada consulta, quais sites o agente pode acessar e se o conteúdo é recente. Recurso chega também a Europa e Ásia.

A Amazon Web Services (AWS) anunciou uma atualização no Amazon Bedrock AgentCore, plataforma para criar agentes de inteligência artificial. Agora, desenvolvedores podem definir, em cada chamada feita pelo agente, de quais sites ele pode extrair informações e quão recentes esses dados precisam ser. Antes, esse controle só existia no nível de configuração geral da empresa. Agora é possível ajustar regra por regra, sem burocracia.
O recurso funciona como uma lista de permissão ou bloqueio de domínios (como “só use sites do governo federal”) e um filtro por data de publicação (por exemplo, “apenas resultados dos últimos 30 dias”). Tudo é aplicado do lado do servidor, sem intervenção manual. Se um agente de um banco for consultar sobre ações, ele pode ser instruído a ignorar blogs e usar apenas fontes como a SEC (órgão regulador dos EUA). O sistema também impede que informações desatualizadas, como preços de três anos atrás, apareçam na resposta.
A novidade atende a uma necessidade crescente: empresas de setores regulados, como finanças e saúde, não podem correr o risco de um agente citar fontes não verificadas. Até então, o controle era feito apenas por regras administrativas, que valiam para todo o sistema. Agora, cada interação pode ter suas próprias restrições, sem que o agente consiga burlar as regras gerais da empresa. A AWS também expandiu o serviço para a região da Europa (Irlanda) e da Ásia-Pacífico (Tóquio), reduzindo a latência para clientes locais.
Para o usuário comum, o impacto é indireto, mas relevante: agentes de IA mais confiáveis em serviços bancários, jurídicos e de saúde. Se você perguntar a um assistente virtual sobre o preço de um produto, ele não vai mais trazer dados de anos atrás ou de sites suspeitos. A AWS reforça que as consultas não saem da infraestrutura da nuvem (zero data egress), o que simplifica a conformidade com leis de proteção de dados. O recurso já está disponível nos EUA e agora também na Europa e Japão.
De onde veio esta notícia
Texto em português produzido com apoio de inteligência artificial a partir da publicação original de Amazon. Os fatos, números e nomes são os da fonte — se quiser conferir, o link abaixo leva ao original.
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