A Microsoft AI publicou a primeira minuta de seu Código de Conduta para IA, um documento que descreve como os modelos MAI devem se comportar, o que nunca podem fazer e a quem respondem. O texto ficou aberto para consulta pública por seis semanas.

A proposta parte da ideia de que pessoas importam mais que a IA. Segundo a empresa, a tecnologia deve ser uma ferramenta, não uma pessoa, e não deve resistir a ser desligada, corrigida ou interrompida. Entre os limites citados estão armas de destruição em massa, segurança infantil e manipulação prejudicial em escala.
O material amplia a noção de “IA humanista” apresentada pela Microsoft em novembro, com sistemas muito avançados que operem dentro de limites e sob controle humano. A empresa diz que o código deve servir como referência para desenvolver, treinar e avaliar os modelos MAI.
A Microsoft afirma ainda que a minuta reuniu contribuições de áreas internas como IA responsável, jurídico, segurança e vendas, além de consultas a acadêmicos, parceiros de negócios e grupos da comunidade. Depois do encerramento da consulta, a companhia pretende publicar um resumo do que aprendeu e uma versão revisada ainda este ano.