O Google anunciou que vai mudar a forma como o Gemini Notebook controla o tempo de uso da sua ferramenta de inteligência artificial. A partir de 2 de setembro, os limites serão mais flexíveis e vão se renovar a cada cinco horas, em vez de uma vez por dia. A ideia é dar mais liberdade para quem usa o serviço ao longo do dia.

Na prática, o que muda é que o sistema vai considerar vários fatores para calcular seu limite de uso, como a complexidade do que você pede, o tamanho da conversa, quantos arquivos você anexou e quais recursos está usando. Se você estourar o limite, o notebook vai sugerir alternativas ou permitir que você deixe tarefas pesadas, como criar resumos em vídeo ou apresentações de slides, para serem geradas depois — e ainda avisa quando ficarem prontas.
Essa atualização é para contas de consumo, tanto no computador quanto no celular. O Google não divulgou números exatos de quanto cada usuário poderá usar, mas diz que o novo modelo dá mais controle sobre o "orçamento de processamento" — ou seja, quanto trabalho a IA pode fazer por você em um período. Antes, o limite era diário e não levava em conta o tipo de tarefa.
Para quem usa o Gemini Notebook no dia a dia, a mudança significa menos frustração: se você bater o limite de manhã, não precisa esperar até o dia seguinte para continuar. Pode simplesmente dar uma pausa e retomar algumas horas depois. Para o mercado, é mais um sinal de que as empresas de IA estão ajustando seus planos para equilibrar o custo dos servidores com a experiência do usuário.