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Canaltech explica como criar habilidades reutilizáveis no Gemini

O Canaltech publicou um guia sobre a criação de skills no Gemini, que guardam instruções para tarefas recorrentes. O recurso pode ser usado por adultos com contas pessoais, inclusive no plano gratuito.

Mão reutiliza cartões de revisão de texto e preparação de reunião em um organizador Gemini, ilustrando habilidades para tarefas recorrentes.
Ilustração editorial · Diário da IA

O Canaltech publicou em 11 de outubro de 2026 um guia que explica como criar habilidades, ou skills, no Gemini. Elas guardam instruções para tarefas recorrentes, como revisar textos em um estilo específico ou preparar reuniões, para que o usuário não precise repetir as mesmas orientações em cada conversa.

O guia descreve três caminhos: pedir ao Gemini que transforme uma descrição em habilidade, usar a página de Habilidades ou preencher um modelo em branco com nome, descrição e instruções. Também há modelos recomendados que podem ser ajustados. Nos chats, a habilidade pode ser chamada digitando uma barra seguida do nome. O Gemini também pode acioná-la automaticamente quando identificar que ela é relevante. O uso de arroba para chamar habilidades está previsto para uma etapa futura.

Segundo o artigo, pessoas com 18 anos ou mais e uma Conta do Google pessoal podem criar e usar skills sem assinar o Google AI Pro ou Ultra. É necessário manter ativada a opção “Atividade nos apps do Gemini”. Contas do Google Workspace de trabalho ou escola ainda não têm acesso; a disponibilidade para elas está prevista para depois.

O que muda para você

Quem tem 18 anos ou mais e usa uma Conta do Google pessoal já pode criar e usar skills no Gemini, inclusive no plano gratuito, desde que mantenha ativada a opção “Atividade nos apps do Gemini”. O recurso serve para reaproveitar instruções em tarefas recorrentes. Contas de trabalho e escola do Google Workspace ainda não têm acesso.

Minha leitura

Skills fazem mais sentido quando a tarefa se repete e as instruções já estão claras. O Gemini permite guardar esse padrão sem exigir uma assinatura paga, mas isso não garante que a habilidade será aplicada corretamente: o acionamento automático depende de o sistema reconhecer a tarefa. Eu começaria por uma rotina simples e verificaria se as respostas seguem o padrão esperado antes de confiar nela em trabalhos mais delicados.

Thiago FelizolaConsultor de IA, curador do Diário da IA

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