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Ciência e saúde

Google lança explorações interativas de ciência, história e tecnologia no Gemini

O Google lançou o Immersive Explorations no Gemini, com cenas visuais que permitem explorar temas em diferentes níveis de detalhe. O recurso está disponível na web e nos aplicativos para celular.

Ilustração de motor a jato em corte com detalhe das pás ampliado por lupa e tablet com símbolo Gemini, representando exploração visual em camadas.
Ilustração editorial · Diário da IA

O Google lançou o Immersive Explorations, ou Explorações Imersivas, no Gemini. O recurso apresenta temas científicos, históricos e tecnológicos em cenas interativas, que vão de conceitos gerais a detalhes específicos, incluindo estruturas microscópicas.

O usuário pode tocar em rótulos e ampliar imagens para investigar partes do conteúdo. Entre os exemplos estão as antigas rotas comerciais da Rota da Seda, a estrutura interna de um motor a jato, a física por trás dos raios e a floresta boreal.

A novidade está disponível na versão web e nos aplicativos para Android e iOS. Podem acessar usuários com contas pessoais do Google, assinantes do Workspace Individual e clientes do Google Workspace. Em organizações, o Gemini precisa estar ativado, mas não é necessária configuração do administrador.

O recurso tem suporte ao português do Brasil, além de inglês, indonésio, híndi, francês e chinês simplificado. O Google planeja adicionar narração em áudio e integrar as explorações às conversas com a IA por comandos de texto; esses recursos ainda estão nos planos da empresa.

O que muda para você

Quem tem uma conta pessoal do Google, uma assinatura do Workspace Individual ou acesso ao Google Workspace já pode explorar os temas na web ou nos aplicativos do Gemini. Em organizações, o Gemini precisa estar ativado. As cenas interativas estão disponíveis, mas a narração em áudio e o acesso por comandos nas conversas ainda não foram lançados.

E no Brasil

O recurso tem suporte ao português do Brasil.

Minha leitura

O valor está em deixar a pessoa escolher o ritmo e o nível de detalhe da exploração. Isso pode ajudar quem aprende investigando imagens, mas a fonte não informa como o Google verifica a precisão ou a qualidade pedagógica das cenas. Eu usaria o recurso para percorrer um tema e formular perguntas, sem tratar a experiência visual como substituta de uma fonte de referência.

Thiago FelizolaConsultor de IA, curador do Diário da IA

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