O Google detalha o Gemini 4 Argon, novo modelo de IA de fronteira da empresa, voltado para tarefas longas e complexas de software, conhecimento corporativo e defesa cibernética. A primeira liberação ocorre para um grupo de defensores confiáveis pelo programa Fairwind, em uma fase inicial que também inclui o processo voluntário do governo dos EUA para acesso pré-lançamento.

A companhia afirma que o modelo se destaca em engenharia de software, finanças, direito e segurança. Entre os resultados citados estão 77,9% no DeepSWE v1.1, benchmark de tarefas reais e de longo prazo em desenvolvimento de software; liderança no Vals Index, que cruza finanças, código, direito e impostos; e 51,3% no AutomationBench da Zapier, voltado à execução de funções corporativas.
O Argon também passa a aceitar até 1 milhão de tokens de saída, ante 64 mil antes, e o preço introdutório será de US$ 2 por milhão de tokens de entrada e US$ 10 por milhão de tokens de saída, com tokens em cache a 95% de desconto sobre o preço de entrada. No campo de segurança, o Google diz que o modelo consegue encontrar, validar e corrigir vulnerabilidades de forma autônoma, e que será liberado sem as proteções cibernéticas para defensores confiáveis e equipes internas.
A expansão para desenvolvedores, empresas e consumidores ficará para depois, começando por clientes pagos da API e assinantes do Google AI Ultra.