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Google lança Gemini Omni Flash e Nano Banana 2 Lite para
Google apresenta dois novos modelos de IA: Nano Banana 2 Lite, otimizado para geração rápida e econômica de imagens, e Gemini Omni Flash, para edição conversacional e criação de vídeos de alta qualidade. Ambos já estão disponíveis para desenvolvedores.

O Google anunciou nesta quarta-feira dois novos modelos de inteligência artificial generativa para desenvolvedores: o Nano Banana 2 Lite e o Gemini Omni Flash. O primeiro é focado em geração de imagens com alta velocidade e baixo custo, enquanto o segundo permite criar e editar vídeos por meio de comandos de texto e imagem. As novidades foram publicadas no blog oficial da empresa e já estão disponíveis via Gemini API e Google AI Studio.
O Nano Banana 2 Lite (gemini-3.1-flash-lite-image) é indicado para fluxos de trabalho que exigem prototipagem rápida e processamento em lote. Segundo o Google, o modelo mantém boa aderência a prompts, consistência de personagens e renderização legível de texto nas imagens, mesmo priorizando velocidade. A empresa recomenda a troca para quem ainda usa a primeira versão do Nano Banana (gemini-2.5-flash-image). O modelo também chega a superfícies de consumo como o modo AI Mode na Busca, aplicativo Gemini, Google Fotos, Google Ads e NotebookLM.
Já o Gemini Omni Flash (gemini-omni-flash-preview) combina raciocínio multimodal com geração e edição de vídeo. Ele aceita entradas de texto, imagem e vídeo, e permite edições conversacionais em múltiplas etapas. O preço é de US$ 0,10 por segundo de vídeo gerado, mesmo valor do Veo 3.1 Fast. O Google demonstrou o potencial do modelo com exemplos que combinam os dois novos sistemas: uma imagem gerada pelo Nano Banana 2 Lite pode ser passada como referência para o Gemini Omni Flash animá-la em vídeo.
A integração entre os modelos é um dos pontos altos da oferta. O Google criou aplicativos de demonstração, como o Anywhere, que transporta uma selfie para pontos turísticos e depois transforma a imagem em um clipe animado, e o Space Lift, que reinventa ambientes internos com diferentes estilos e gera vídeos dos resultados. A empresa também destaca o uso do SynthID para marca d’água dos conteúdos gerados e ferramentas de verificação de autoria. As implicações práticas são diretas: desenvolvedores ganham acesso a um ecossistema mais coeso para criar experiências multimídia completas, desde a geração de milhares de imagens até a edição de sequências de vídeo com contexto mantido por sessão.